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10 de set. de 2010

Quem é o constrangido?


Esta é a primeira briga que compro publicamente...

Semana passada estava visitando blogs quando me deparo com o quadrinho que a esquerda.
O que passa pela cabeça de um cara escrever "deveriam colocar veneno no crack e espalhar na favela, foda-se se eu quiser gastar meu dinheiro no cavalinho, mendigos são sentimentais, não sou obrigado a dar esmola".
Não posso generalizar, mas tenho certeza de que meio da sociedade é este cara.
Vou me poupar e não farei criticas, deixarei aberto aos comentários. O mais engraçado é o título que ele colocou: SITUAÇÕES CONSTRANGEDORAS.




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1 de set. de 2010

Liberdade sonora?


Há algum tempo venho reparando tamanha falta de educação de algumas pessoas dentro dos transportes coletivos. É insuportavel viajar ao som de um telefone celular tocando música alta. Os telefones celulares deveriam ilustrar em seus manuais de fabricação algumas recomendações, por exemplo, práticas de boas maneiras no convívio social, cito: Ouvir em modo Alto Falante dentro de transportes coletivos.
O problema parece não ter fim a cada "liquidação" de telefoness celulares. A tecnologia avançou bem mais rápido do que a educação da população.
Faço essas comparações com base nos transportes públicos do município do Rio de Janeiro.
Em Vitória, por exemplo, o prefeito decretou* a proibição do uso de aparelhos sonoros em transportes coletívos do município.
Que fique o exemplo de Vitória para a nossa cidade, onde o Governo tomou uma atitude drástica por conta de tamanha falta de educação dos cidadãos.



*DECRETO Nº 14.794

Regulamenta a Lei nº 7.798, de 21 de outubro de 2009, que dispõe sobre
o uso de aparelhos sonoros no transporte coletivo do Município de
Vitória.

O Prefeito Municipal de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo,
no uso das atribuições que lhe confere o Art. 113, Inciso III, da Lei
Orgânica do Município de Vitória, e em cumprimento ao Art. 3º da Lei
7.798, de 21 de outubro de 2009,

D E C R E T A:

Art. 1º. Fica proibido o uso de aparelhos sonoros no Sistema Municipal
de Transporte Coletivo, modo “alto falantes”, salvo quando há
utilização de fones de ouvido, de conformidade com o estabelecido na
Lei nº 7.798, de 2009.

Art. 2º. As empresas permissionárias do Sistema de Transporte Coletivo
de Vitória deverão informar aos usuários, mediante avisos afixados em
locais visíveis, sobre a proibição de que trata a Lei nº 7.798, de
2009.
Parágrafo único. O cumprimento do disposto no caput deste artigo terá
o prazo de 30 (trinta) dias, a partir da data da publicação deste
Decreto.

Art. 3º. A inobservância ao disposto neste Decreto sujeitará o
usuário, após devidamente advertido pelo setor operacional, a
penalidade de não ser transportado, nos termos do inciso VI do Art. 15
do Decreto nº 12.163, de 27 de dezembro de 2004.

Art. 4º. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

P a l á c i o J e r ô n i m o M o n t e i r o , em 24 de agosto de 2010.

João Carlos Coser-Prefeito Municipal
Fábio Ney Damasceno-Secretário Municipal de Transportes e
Infraestrutura Urbana

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25 de ago. de 2010

Que vês?


Hoje, enquanto vinha de ônibus para o trabalho, olhei pela janela a capa do Jornal Extra que estava estampada na banca.
Lembro de acompanhar de perto, há algum tempo atrás, a inacreditável prisão do ex-delegado e chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Alvaro Lins. Um amigo participou de um seminário ministrado por Alvaro e elogiou bastante a integridade e sabedoria do mesmo, que tinha um amplo domínio no que diz respeito as formações de quadrilhas, baseado em estudos relacionados a máfia Napolitana.
Particularmente admirava bastante a conduta de Alvaro como profissional. Hoje, fica a minha decepção em ver sua imagem estampada na manchete do jornal, comparado a tantos outros que ele colocou "atras das grades".
Deixo claro a minha imparcialidade entre polícia e criminalidade. Para finalizar, deixo um verso de "Que Vês?", do Tihuana.

A prece pra Deus pode nos enganar
O bem e o mal ainda podem se encontrar
O fim se aproxima com vistas para o mar
Cruzando a vida sem se preocupar..

Que vês? Que vês quando me vês?
Quando a mentira acabará?



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4 de mai. de 2010

Pobres dos pobres

Hoje liguei a televisão enquanto almoçava e me deparei com a notícia:

Comandante é contra doação de alimentos para moradores de rua
Comandante do 2º Batalhão de Botafogo acha que doar alimento para moradores de rua incentiva a permanência e a migração destas pessoas. Ele afirma que é preciso investir em projetos sociais.

Sou suspeito para falar sobre o caso.
Observem a expressão do comandante e analisem se foi ele mesmo a pessoa que tomou esta iniciativa. Posso estar enganado, mas a polícia tem outras preocupações. O que me faz pensar no quanto este homem deve ter sido cobrado para tomar tal decisão. Viva a nossa sociedade!
Assistam ao vídeo e tirem as suas conclusões.

Fonte: RJTV 1ª Edição - 04/05/2010

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1257428-7823-COMANDANTE+E+CONTRA+DOACAO+DE+ALIMENTOS+PARA+MORADORES+DE+RUA,00.html

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22 de jan. de 2010

Haiti Gomorra

Quem eram aqueles homens, mulheres e crianças que ali estavam? Pobres pecadores com uma virtude contrariada pelo tremor. Dez segundos foram o sufuciente para rever as nossas práticas sociais e humanitárias com os mais necessitados e também o fim prematuro de uma nação pobre que sonhava com dias melhores. Tudo estava dificil e agora se tornou impossível uma reconstrução de algo que jamais existiu. Paz, fraterninade e esperança para aqueles que precisam apenas de um prato de arroz numa simples refeição diária. Emprego, perspectiva e dias melhores são as expectativas de quam não tem um lar nem uma família. O que fazer?
Cabe a cada um ajudar de qualquer forma para a reconstrução do Haiti. É perceptivel que o orgulho de ser Haitiano está longe de existir. Uma vez que um país já não conseguia andar com as próprias pernas, hoje se vê um lugar com seus ossos quebrados, precisando de ajuda para tudo. O Haiti que no século XIV foi o país pioneiro no processo de independencia nas Américas, se vê após o terremoto o ultimo país em todos os seguimentos. Foi como se tivessem trapaceado em um jogo de tabuleiro e como castigo voltaram para o ponto um. Pobres desses homens que construiram um país que não progrediu.
Mais uam vez a natureza prova que o homem por mais que astuto, não é tão forte quanto ela. O que uma nação constroi em séculos, a natureza destrói em poucos segundos. Pode ser que daqui a muitos anos, os Haitianos sejam fortes o suficiente para ajudar outros paises que o reerguerão. Ninguém é tão forte ou vaidoso que um dia não precise de ajudo do próximo. Força Haiti.

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18 de nov. de 2009

Sociecrack


O que é esta pedra na tua mão?
Larga isso ai, não vai te fazer bem.
Não coloca nesse cachimbo tu vai ficar mal.
Onde é a tua escola? Quem te ensinou a usar isso?
Onde estão os teus pais? Quem são os teus irmãos?
Quantos anos você tem? Onde está a tua infância?

De quem é a culpa desta infância perdida? Somos nós os tutores desta geração que nos roupa e nos traz insegurança. Abriga-los em nossas casas? Não! Ajudamos nosos filhos primeiramente com a educação. A procura-oferta dessa maldita droga seria menor e os preços aumentariam. Quem as consumiria, senhor economista?
Por trás de tua mesa está o teu filho usando drogas com os amigos do condimínio, senhor médico.
Sim, o rapaz que acabou de te assaltar foi o mesmo com quem a sua filha compra as drogas que consome na faculdade. fala isso pro policial, senhor advogado.

Problema da sociedade que nãos nos educa? Talvez com um simples ato mudaremos essa mãe-governanta que nos ilude e oprime por culpa nossa. Burros pastam livremente em seu mundo natural com as antas. Somos nós os espertos, malandreados pela sociedade juvenil que não herdou o conhecimento necessário para evitarmos essa nau à deriva que é nossa sociedade.

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9 de set. de 2009

Filhos de Ninguém

“Ontem seguraram a minha mão, hoje não sei de onde eu vim” – Esse é um verso de um poema que fiz há algum tempo sobre crianças abandonadas, pelas quais estarei falando aqui.

Até onde sobreviverão estes pobres filhos da nossa pátria mãe gentil? Se vistos pelo estado, serão sobreviventes de uma justiça que roga pelos pecadores, pelos filhos da riqueza nacional, ou apenas montes debaixo de trapos tentando se esconder do frio da noite, ou da brisa de solidão que os assombra por toda a vida.

Que direito temos de julgar os pivetes e os consumidores de drogas infanto-juvenis? Sabe-se que muitos destes tem o seu vinculo com a família cortado desde sempre, o que faz de seus mundos trágicos um pouco mais do que violência, sendo esta a única coisa que conhecem. Meninos ladrões e meninas prostitutas, este e o caminho a seguir os que preferem as drogas, os vícios que o fazem esquecer por alguns instantes a triste realidade em que vivem, que lamentavelmente será para sempre, quase sempre. Os que preferem a honestidade entram pelos ônibus e trens vendendo suas bananadas e outros doces baratos, a fim de conseguirem um trocado para comer algo temperado e quente.

Como poderemos ajudar estes pobres pecadores sem crença? Pobres piedosos de bom coração as pessoas que trocam minutos de atenção dos seus MP3 para escutar o que as pobres crianças têm a dizem em seu discurso cheio de mentiras para poderem sobreviver, querendo vender suas palavras e bananadas. Enquanto jovens cheios de esperança trocam suas imagens pintadas pelos trotes de faculdade por dinheiro, que será revertido em nada, choram as crianças que sofrem pelo abandono, pela fome e pelo desprezo.

Pobres dos homens que ajudam os abandonados. Sozinhos quantos “Da Silva” lutam para não ver um semblante triste de uma criança abandonada? Que esperanças terão estas crianças que sequer conseguem assistir na televisão o show que diz ser em beneficio delas? Somente Deus pode olhar por estes meninos e meninas que sofrem desde que a luz os apareceu ante a face pela primeira vez. Seriam felizes se tivessem uma chance? Do que será que elas precisam para que isso aconteça? Talvez quase nenhuma deve ter escutado essa pergunta de alguém, mas sabem a resposta sem mesmo acreditar que possam ser felizes em algum dia.

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9 de ago. de 2009

SOBRE O NOSSO LEGADO

O que deixaremos de bom daqui pra frente? Até que ponto a aventura nos proporciona um futuro bom? Como pensar em daqui pra frente se tudo o que fazemos é pra agora?
Para alguns o que importa é apenas viver... Para outros viver bem é o bastante... E o que será viver para quem vier depois de nós? Estamos neste cenário de destruição e o que faremos? Deixaremos ruínas para quem vier depois de nós?
Há quem pense sobre propósitos de durabilidade, que tudo isso nos faz meros coadjuvantes de uma geração que não atinge metas e apenas cumpre suas cotas de manter tudo como está. O que será de nossos filhos quando a nossa comodidade atingir rumos de desgraça durável? Somos muito mais do que aquilo que plantamos, somos a vergonha de cultivar esta lenda de que tudo será melhor daqui pra frente.
Sejamos como nossos pais e avós, não deixaremos que esqueçam nossos ídolos e mitos. Nossos filhos não vão nos ver em televisões discursando bem e sendo passivo, mas vão ter a certeza de que tentamos melhorar este mundo que tratam apenas como comércio. Seremos os maiores incentivadores destes que estão por vir, que podem continuar a consertar o que começamos para que os nossos netos vivam neste mundo que será bem melhor. Vamos tilhar o caminho da felicidade mútua.

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14 de jul. de 2009

SOMOS INTELIGENTES E MAUS... MUITO MOUSES.


Está provado cientificamente que os experimentos científicos utilizando ratos como cobaias são fundamentais para o avanço da medicina. Vivemos com isso, uma realidade bem diferente da nossa infância, onde estes adoráveis ratinhos eram nossos companheiros de aventura das manhãs em frente à televisão.
A ciência acompanhou o crescimento destes ícones adoráveis de épocas bem distintas da nossa infância. Com o passar do tempo os ratinhos adoráveis se tornaram ratos bem inteligentes, cito estes: Jerry, Cérebro e Mestre Splinter. Estes foram, com certeza, admirados por cientistas que hoje enfatizam suas teses científicas às suas custas, quando antes eram vistos como heróis de infância, demonstrando que o tamanho da inteligência era inversamente proporcional ao do cérebro. Pode-se dizer que o mundo atual exige de nossas mentes o máximo que podemos pensar e produzir para dinamizar nossa "lei da sobrevivência", onde nada pode ser perdido.
Talvez um homem com tamanha capacidade de identificar algo que a centenas de anos é uma incógnita, não é capaz de sozinho demonstrar tamanha sabedoria com sua mente, precisa-se por em prática tudo que for pensado.
Chegando a tais conclusões podemos observar que por todos estes anos a inteligência do homem se limita várias vezes na fragilidade de um pobre ratinho. O que será de nosso futuro científico e de nossas crianças se não existirem mais Stuarts, Fivels, Pinks, Topo Gigios...

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11 de jul. de 2009

RC 50 ANOS


Bodas de ouro para um dos melhores cantores da música popular brasileira. Roberto Carlos, que é o grande nome e um dos remanescentes da Jovem Guarda, surge como "carro-chefe" de uma das maiores gravadoras dos anos 90. Muitos se perguntam porque em todo final de ano a emissora apresenta o especial Roberto Carlos. A indústria musical carece de grandes investidores e não pequenos grupos de barulhentos gêneros diferentes, porém inovadores, da música popular brasileira.
Passados 50 anos de diferentes grupos, tribos e tendências, Roberto Carlos continua como nunca, vendendo bastante, mas nunca inovando. Suas canções que encantam todas as idades são traduzidas em pop, axé entre outras mais. Passe o tempo que passar Roberto Carlos sempre será referência no que diz respeito à música romântica. Logo, quando sua ausência transpassar as rádios e afetar diretamente a sua presença nos palcos, as vendas de imagem e de discos complicará o rendimento anual da gravadora principal da rede de televisão.
Dito que as dificuldades passam e as experiências ficam, até que o próximo fenômeno musical apareça revolucionando o cenário da música, muita gente ficará sem o “ganha-pão”. Sem especiais, sem discos com participações, sem um novo Roberto Carlos.

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10 de jul. de 2009

¿TE GUSTA INFLUENZA?


Vejo que nos últimos anos as novas epidemias vêm dominando o cenário de terror no Brasil. Antecipando, tínhamos a Dengue como referência de calamidade social, uma vez que o foco da mosquitada não era de grande proporção culpa do Estado, tampouco da classe média brasileira. Uma vez que instalados os objetos de grande concentração de água parada das chuvas, no ambiente de fácil proliferação da praga, a culpa caía sempre nas costas dos menos favorecidos. Assim como a Leptospirose, a Dengue sempre foi causa de desdém das autoridades sanitárias, pois a grande parte dos infectados eram a baixa-sociedade.
Vimos hoje que o quadro mudou de lado. Os “marajás” são hospedeiros de uma gripe que ainda não havia se manifestado aqui no Brasil. Estão migrando de classe executiva os vírus oportunistas, nos corpos mais “resistentes” e chegando de vez, com o melhor estilo Latino-Americano.
Em 2007 houve uma grande mobilização do Rio nos jogos PAN-AMERICANOS para evitar que a epidemia de Dengue se alastrasse e não contagiasse os atletas, havendo indícios de boicote pelos Norte-Americanos caso isso acontecesse.
Passados dois anos, o desespero ganha proporção. Uma gripe misteriosa assombra a sociedade internacional. Todos que viajam para países onde o risco é grande tentam evitar a exposição usando máscaras e divulgando os riscos de contágio, pois as chances de contrair diminuem. Enquanto isso nos subúrbios, os menos favorecidos tentam se proteger cuidando de seus pneus, poças d’água e não ingerindo carne de porco.

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